AUTO-ISOPATIA ENERGÉTICA

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AUTO-ISOPATIA ENERGÉTICA

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

AUTO-ISOPATIA ENERGÉTICA - JOSÉ MARIA ALVES




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AUTO-ISOPATIA ENERGÉTICA
DE
JOSÉ MARIA ALVES





PRINCÍPIOS GERAIS

A Auto-Isopatia Energética é uma "terapêutica" vocacionada para a autocura.
Pode também ser exercido por terapeutas, muito especialmente pelos de Florais de Bach.
É um processo lógico e revolucionário de cura.

Mas, deve ser sempre considerada uma "terapia" que complementa a determinada pela medicina convencional ou alopática, onde esta é em regra exercida. Deste modo, em caso algum, o paciente deverá abandonar as prescrições e determinações do seu médico assistente, seja nomeadamente, alopata ou homeopata.
A eficiência da terapêutica, conducente à aniquilação ou minimização dos sintomas, fará com que este venha eventualmente a restringir ou retirar a medicação, quando e se por desnecessária.

Foi no ano de 2006, no nosso site pessoal, http://www.homeoesp.org/

que editámos o livro “A Cura Pela Isopatia”, onde incluímos uma nova terapêutica: a Auto-Isopatia Energética.


Este procedimento terapêutico, passível de todas as críticas que o fundamentalismo possa imaginar, tem vindo a produzir resultados que se constituem como a sua própria legitimação. Daí, que se justifica no nosso entender, a criação deste blogue, com um procedimento simplificado de execução, relativamente ao que consta do mencionado site e do nosso blogue pessoal 
http://www.josemariaalves.blogspot.com/
permitindo assim, que sejam os próprios pacientes a manipular o "medicamento" curador - ou ainda, um amigo, familiar ou terapeuta.

Interessante será verificar a sua acção na melhoria quase imediata do estado mental dos pacientes, corrigindo desvios, obviando ao sofrimento psicológico, cuja insuportabilidade supera múltiplas vezes o padecimento físico, seguindo-se-lhe a beneficiação progressiva de sintomas patológicos específicos do enfermo ou da enfermidade.
No entanto, mesmo perante sinais evidentes de cura, o paciente deve confirmar os resultados por intermédio de diagnóstico firmado pelo médico assistente, obviando assim a situações gravosas de obscurecimento sintomático. Do mesmo modo, diga-se, que os critérios de "alta", não são pessoais, mas dependem de avaliação especializada (médico assistente).


Para Hahnemann existe uma “força vital” imaterial, que anima dinamicamente o organismo material, preservando todas as partes do corpo em excelente e harmónica operação vivificante, tanto no que respeita às sensações como no que toca às funções. Todo o organismo é possuidor de uma “força” distinta das suas propriedades físico-químicas, que em equilíbrio, gera a sua harmonia e consequente defesa contra as agressões a que se encontra inelutavelmente sujeito.

Assim, o organismo material, sem esta “força vital”, é incapaz de sentir e de se conservar a si mesmo. Está portanto morto, decompondo-se e desintegrando-se nos seus elementos químicos.

Quando um indivíduo fica enfermo, é esta força vital imaterial, activa e presente em todas as partes do corpo, que sofre alterações determinadas pela influência dinâmica do agente mórbido hostil à vida, gerando nele sensações desagradáveis e manifestações irregulares a que chamamos doença.
Nesta perspectiva, as doenças não são mais que transtornos do estado de saúde, manifestando-se por sintomas mórbidos.

Não estamos certos, nem poderíamos estar – por insuficiência de meios científicos – de que a base da cura se estrutura na destruição de uma afecção mais débil do organismo, por outra mais forte do que esta – a provocada por medicamentos com sintomas semelhantes, mas superiores aos da doença natural em potência –, se esta última é muito semelhante àquela nas suas múltiplas exteriorizações.

A cura homeopática é explicada pela imposição de uma doença artificial semelhante, mas mais forte do que a natural – veja-se o parágrafo 29 do Organon.
A “força vital”, tal como a entendemos é o fundamento base ou estrutura da vida, e deve ser percebida como uma força em acção e reacção contínuas.
É uma energia, não a física, que é a capacidade que um sistema possui de realizar trabalho, definindo-se este como o produto de uma força pela distância ao longo da qual ela age. Não é propriamente o poder de mover os objectos materiais. É a que não tem qualquer relação com a mecânica, com os conceitos da física clássica ou contemporânea, não sendo visível ou mensurável por qualquer instrumento científico, pelo menos no estado actual dos nossos parcos conhecimentos.

No Cosmos, tudo é energia, apesar da inevitável variação de concentrações. Nós somos uma substância complexa com um modelo energético específico, tal como qualquer outra do universo, quer orgânica quer inorgânica.

A doença resulta de alterações energéticas, e estas modificações imateriais endógenas, manifestam-se externamente e podem ser plasmadas em objectos externos, muito especialmente na água, que pelos seus atributos é de uma plasticidade excepcional – como já foi referido noutros artigos, quer do nosso blogue quer do nosso site pessoal .

A imagem energética não molecular fica impressa na água, com todos os seus desvios, desequilíbrios, variações de concentração, espelhando rigorosamente as influências dinâmicas do agente mórbido, entendido em sentido lato. Existem hoje, métodos de digitalizar tais imagens, percepcionando-se substanciais diferenças nos seres submetidos a observação.
Neste particular, quando plasmamos a informação energética de uma entidade viva, aqui sim, estamos a criar um medicamento que a agir, o vai fazer pela lei dos iguais – igual cura igual – e não, pela da similitude – semelhante cura semelhante. Este modelo energético representa o nosso aequale.
Com a diluição e dinamização do líquido, vamos obter por ressonância, no movimento extraordinariamente violento e caótico da agitação, a replicação da informação não molecular, que tem a propriedade de pelo “efeito antídoto” reequilibrar todo o sistema energético do organismo, e como sua consequência as forças físico-químicas dele estritamente dependentes.
Como veremos, a energia é plasmada no “frasco medicamento”, uniformemente e de modo não condensado. Com a primeira diluição e respectiva sucussão, as gotículas de água que restaram após vazamento são vigorosamente agitadas, condensando-se a informação. O mesmo irá ocorrer quando procedermos à segunda diluição/sucussão, com um acréscimo de condensação da informação. Assim, quanto maior a diluição, maior a condensação de informação, e maior a potência e eficácia do remédio. Quando ingerido pelo paciente, a imagem energética condensada, influirá vigorosamente na energia em desequilíbrio, fazendo-a retomar a estabilidade natural e por via desta serão aniquiladas as condições mórbidas.

A Auto-Isopatia Energética, toma em consideração tal como a Isopatia, em sentido amplo, a individualidade de cada paciente, e utilizando as suas informações próprias, com uma determinada frequência ou ressonância, permite o justo equilíbrio da sua energia vital e concomitantemente da sua saúde.
O aequale vai bem mais longe do que o simillimum, mesmo o perfeito, porquanto nem lhe faltam nem se excedem sinais ou sintomas.





PREPARAÇÃO DO MEDICAMENTO

Nesta sede, vamos ocupar-nos não só da produção específica do medicamento, repetindo algumas explanações do procedimento exposto no capítulo do livro A Cura Pela Isopatia – ver, 
http://www.homeoesp.org/» LIVROS ONLINE - 
denominado “Um Novo Procedimento Farmacológico”, mas também dos passos preliminares essenciais, bem como dos que irão conduzir fatalmente à apreciação da sua eficiência.

Preferencialmente, o medicamento deverá ser produzido pelo próprio paciente. Caso este esteja impossibilitado de o fazer por razões naturais – animal, criança – ou por invalidez – inconsciência, paralisia, demência –, deve ser substituído pelo terapeuta, pessoa de família ou amigo.


MATERIAL A UTILIZAR:

· Frasco de vidro com 10 ml, que servirá para preparar o remédio e que denominaremos frasco medicamento.
Podemos utilizar frascos com outras capacidades, verbi gratia, 15 ml, desde que respeitemos as proporções e não ultrapassemos 2/3 dessa capacidade, nos que vão ser sujeitos a sucussão.
Este frasco, será marcado a meio, o que nos orientará nas sucessivas dinamizações.

· Proveta, seringa, ou qualquer outro instrumento que permita a medição rigorosa de líquido – evitando-se os erros nos sucessivos enchimentos do frasco medicamento.
· Água bidestilada, destilada ou purificada. Em zonas carenciadas, na inexistência destas, a água deve ser fervida durante pelo menos vinte minutos.

Antes de serem usados, os frascos, mesmo novos e o restante material, deve ser esterilizado, segundo o método de fervura – ver “Um Novo Procedimento Farmacológico”, no mencionado livro.
Sempre que tenhamos necessidade de reutilizar um frasco, devemos proceder à sua esterilização destruindo a “energia” que não desaparece pela simples lavagem com água corrente. No entanto, deve preferir-se a utilização de frascos novos.



1 – DESCRIÇÃO SINTOMÁTICA
O paciente deve começar por inventariar os sintomas que mais o apoquentam, decompondo-os se possível, em duas categorias distintas: por um lado os sintomas mentais, e por outro os físicos – englobando-se nesta categoria, os que em homeopatia denominamos “gerais” –, discriminando-os num pequeno bloco de apontamentos, que facilmente poderá transportar em todas as ocasiões e enquanto durar a apreciação ou constatação dos incómodos e o processo de tratamento.

Um exemplo:

SINTOMAS MENTAIS

Irritabilidade com inquietude
Impaciência
Medo de ter uma doença incurável
Inveja
Falta de memória
Pressa, precipitação
Depressão ao fim do dia
Não gosta que o consolem
Aprecia a solidão, mas não quer estar só
Ansiedade por antecipação
Pesadelos e sobressaltos enquanto dorme


SINTOMAS FÍSICOS

Transpiração nocturna
Sono pouco reparador ( acorda mais cansado do que quando se deita )
Agrava todos os sintomas quando ingere alimentos muito condimentados e carnes gordas
Agrava também, com as mudanças de tempo
Fezes como bolas, semelhantes às das ovelhas

Dores nas articulações de mãos e pés em tempo húmido
Alternância de diarreia com obstipação
Bronquite
Tosse intensa com predominância nocturna
Resfriados constantes
Cáries dentárias frequentes


No entanto, tenha-se em consideração que o mais importante será a discriminação, ainda que desordenada, de todos os sintomas de que o paciente se quer libertar.

Nem sempre estamos atentos aos nossos padecimentos e enfermidades, porque valorizamos em excesso uma determinada patologia – o doente com síndroma de pânico concentra-se quase que exclusivamente nos sintomas decorrentes dos ataques de que padece – ou estamos demasiadamente absortos nos problemas do quotidiano e não temos uma percepção real e inequívoca dos nossos estados de espírito – com as inerentes deformações de personalidade e sentimentos negativos –, dos nossos sofrimentos físicos – em regra, desde que não se assumam como invalidantes.
Por tal motivo, esta observação de sintomas deverá ser paciente e se necessário corrigida, antes de iniciarmos a preparação do medicamento, o que poderá durar alguns dias.

A anotação da sintomatologia é essencial para que possamos avaliar a evolução da cura: a cessação de sintomas, as melhorias, as agravações transitórias, o surgimento de sintomas antigos ou de sintomas menos graves que os iniciais – neste último caso recorreremos à Lei de Hering para firmar o prognóstico.
Nesse pequeno bloco procederemos a todas as notações úteis, como se de um diário se trate, já que nada nos garante que a posologia e dinamização utilizada é a mais ajustada – cada organismo tem a peculiaridade de reagir de modo diverso aos medicamentos.
Atente-se que o procedimento preconizado não se afirma como pressuposto de cura. Ao ser ministrado a uma criança, a indivíduos com as capacidades intelectuais diminuídas ou em estado de inconsciência, e a animais, pressupõe quando muito uma cuidada observação de terceiros.



2 – PREPARAÇÃO PROPRIAMENTE DITA -
Determinados os sintomas, esterilizado que esteja o material, com um instrumento de medição – v.g., seringa, proveta:

2.1. – Retiramos 10 ml de água do seu recipiente e vertemos o líquido no frasco medicamento;

2.2. – Em ambiente de recolhimento, seguramos na mão o frasco, ou envolvemo-lo com as duas mãos, durante pelo menos uma hora, agitando-o de quando em vez. Este procedimento poderá continuar por um período mais ou menos longo – um ou dois dias -, muito especialmente, durante os períodos de crise.
Caso se trate de uma criança, de indivíduo mentalmente diminuído, não colaborante – obviamente, que não nos referimos a todos os que rejeitem o tratamento - ou de enfermos inconscientes, tentaremos encostar o frasco ao seu corpo durante o sono.
Nos animais podemos prender o frasco por intermédio de um adesivo ao corpo durante o período de repouso.

2.3. – Decorrido o período mínimo de uma hora, vamos esvaziá-lo, deixando-o escorrer naturalmente até que no seu interior reste cerca de 10% do líquido total (se o frasco tiver 10 ml, ficará com 1 ml). Não há necessidade de medições rigorosas, actuando-se por aproximação.

2.4. – Deitamos agora, 5 ml de água no frasco – por referência à marca que neste fizemos, como supra ficou mencionado.
2.5. - Tapamos o frasco.
Agitamos um mínimo de 10 vezes (de 10 a 100 vezes – até à 6.ª DS, preferencialmente 100 X) – conforme ficou descrito em Um Novo Procedimento Farmacológico, do livro “A Cura Pela Isopatia”, a saber:

A sucussão ou agitação rítmica do medicamento pode realizar-se do seguinte modo:
- envolvemos o frasco medicamento com a mão;
- com um movimento enérgico, mas não o suficiente para quebrar o frasco, projectamo-lo contra um objecto que não tenha dureza excessiva: podemos utilizar um livro de capa mole;
- repetimos este procedimento de 10 a 100 vezes, ritmicamente, entre cada uma das diluições.

Obtivemos a 1ª DS – (Diluição/Sucussão).

2.6. – Voltamos a esvaziar o frasco medicamento, deixando-o escorrer até que no seu fundo reste aproximadamente cerca de 1 ml.
Deitamos 5 ml de água no frasco em cujo interior restou cerca de 1 ml da 1ª DS.Tapamos o frasco.
Agitamos 10 vezes (de 10 a 100 vezes).

Obtivemos a 2ª DS.

2.7. – Tornamos a esvaziar o frasco medicamento, como se referiu em 2.6.,
e agitamo-lo de 10 a 100 vezes, obtendo a 3ª DS.
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2.8. - A partir daqui, esvaziamos o frasco, deixando escorrer o líquido durante três segundos (que contamos mentalmente); às gotas que restam no seu interior, adicionamos 5 ml de água purificada que agitamos 10 vezes. Obtivemos deste modo a 4ª DS.
2.9. - Seguindo este procedimento, ou seja, repetindo o que em 2.8 ficou explanado, iremos atingindo uma 6.ª DS, 12ª DS, (...), 30ª DS, (...), 200 DS ou superior, até que tenhamos a diluição/sucussão pretendida.





TRATAMENTO

Preparado o remédio, temos forçosamente que determinar a:
- Diluição;
- Dose;
- Frequência com que o remédio é ministrado.

O nosso intuito é obter no paciente uma cura doce, ou seja, não agressiva, célere e duradoura.

Os pacientes reagem de modo desigual aos medicamentos.

Em Homeopatia, em princípio quanto mais alta a diluição maior é a probabilidade de uma cura permanente. Na Auto-Isopatia Energética, como veremos, todas as diluições são curativas, realçando-se em especial, a 6 DS, como diluição de início, de molde a evitar eliminações substanciais, em regra, causadoras de apreensão nos pacientes.
No entanto, a prática diz-nos que a 200 DS é a diluição com maior poder curativo.

As crianças e as mulheres respondem usualmente bem aos fármacos homeopáticos e isopáticos.

Por outro lado, os doentes idiossincrásicos ou hipersensíveis são peculiarmente sensíveis a qualquer tipo de diluição, susceptibilizando-se a acção medicamentosa de perdurar no tempo, inclusivamente nas baixas diluições.
Nestes casos devemos começar por baixas diluiçõesv.g. 6ª DS; 9ª DS –, aumentando-as em conformidade com os resultados obtidos – reacção do enfermo.O mesmo se diga no que aos doentes incuráveis respeita. As altas diluições podem depauperá-los. Mais uma vez, valem as regras da observação.
Nos restantes casos, os medicamentos podem ser ministrados de uma só vez ou em escada, facto que se reflecte na diluição ou diluições eleitas.

Pode principiar-se o tratamento com uma 6.ª DSanotando todas as alterações sentidas, em conformidade com o já explanado –, passando depois a uma 12.ª, 30.ª e 200 DS, desde que as potências mais baixas não estejam a produzir os efeitos desejados.

É interessante anotar, que uma parte dos casos se resolve com uma 6.ª DS – 3 gotas de 3 a 6 vezes dia, agitando-se o frasco-medicamento, energicamente, dez vezes a cada toma.
Se os resultados não forem palpáveis, o paciente deve ir aumentando gradualmente as diluições - aqui, valerá a sua própria experiência.
Sendo certo que a duração de acção de um qualquer medicamento não pode estar estabelecida de modo generalista – tem de ser sempre aferida pela natureza e estado do doente –, depois das ditas tomas deverá aguardar-se algum tempo, anotando-se sequencialmente a evolução do processo curativo. Também aqui, poderemos vir a concluir que carecemos de uma potência elevada, tal como a 200 DS.

Numa 6.ª DS, o paciente poderá tomar 3 gotas de 3 a 6 vezes por dia (ou mais), num período de 15 dias.
Aí, reavaliará o quadro clínico, recorrendo ao caderno de notas onde anotou sequencialmente os sintomas que melhoraram, desapareceram e, ainda, os novos que tenham surgido.
Tenhamos em consideração, que as potências e as tomas devem ser alteradas em função da própria experiência dos pacientes.

Volta então, se necessário, a repetir o procedimento, tendo em consideração o novo quadro clínico, somatório de todos os sintomas, passando a fazer uma 12.ª DScaso a 6 DS já não produza efeito curador – tomando 3 gotas duas vezes por dia, durante um período de cerca de 30 dias.
Repete o procedimento e prepara uma 30.ª DS, da qual toma 2 gotas duas vezes por dia.
Volta a repetir o procedimento, e manipula uma 200 DS, tomando também 2 gotas 2 vezes por dia.

O que aqui ficou explanado, deve ser entendido como mera sugestão de posologia.
Cada paciente responde à acção medicamentosa de forma particular, e tem de ser o próprio – caso não esteja a ser aconselhado por terapeuta -, a avaliar a evolução do tratamento. Assim, se a 6.ª DS, eliminou as queixas, é obviamente desnecessária a preparação de outras potências – o que ocorrerá frequentemente.
Logo que os sintomas mórbidos desapareçam ou melhorem substancialmente, o enfermo começará a espaçar as doses progressivamente.





ALGUMAS POSSIBILIDADES »

- O paciente agrava no geral.

Provavelmente o remédio foi tomado em diluições baixas e com uma frequência muito elevada e não recomendável. Preparamos uma diluição alta, ministrada numa única toma – 20 gotas de uma vez só.
- Agravam os sintomas da doença.Se temos uma agravação aguda e curta, seguida de rápida melhoria o prognóstico é excelente. Deixamos que o medicamento actue ou continue a actuar.
Se à agravação se segue o regresso de antigos sintomas, estamos perante um prognóstico favorável. Deixamos que o remédio produza o seu efeito, e só extinto este, preparamos um novo medicamento com a finalidade de remover os sintomas que retornaram, caso não desapareçam espontaneamente.
Se a agravação é longa mas seguida de lenta melhoria, é possível que estejamos face a um paciente demasiadamente esgotado. Se é longa e o estado geral começa a deteriorar-se, é possível que o paciente seja incurável. Aqui devem ministrar-se baixas diluições, aumentadas gradualmente. Deve preconizar-se um robustecimento do enfermo, nomeadamente com recurso à fitoterapia e terapia vitamínica.

É importante não confundir agravação com as inevitáveis eliminações que podem ocorrer nas doenças crónicas, e que se constituem como mecanismos de defesa do organismo em busca do seu reequilíbrio.



- Melhora o estado geral e local do paciente.A dinamização foi desde logo bem escolhida. Se tem uma doença grave, esta ainda está no seu início.

- Melhoram os sintomas da doença.Numa melhoria rápida seguida por uma agravação, devemos desconfiar da incurabilidade do paciente. Ministram-se espaçadamente baixas diluições, que vamos aumentando lenta e gradualmente.
Na denominada melhoria com reacção tardia – agravação que só surge entre o 15º e o 26º dia –, temos um prognóstico favorável, devendo permitir que o remédio produza o seu efeito curador.

- Surgem novos sintomas.O sintoma é menos grave que o original e segue a direcção da cura homeopática – veja-se a Lei de Hering – estamos perante um bom prognóstico.



- O paciente não agrava nem melhora.Pode haver um abuso de alimentos ou produtos de elevada toxicidade – bebidas alcoólicas, café, chá, drogas, medicamentos alopáticos, tabaco –, que aniquilem ou diminuam significativamente a energia do remédio. Este, devido à existência de uma “barreira” de difícil resolução, que urge debelar, está incapacitado de estimular convenientemente a capacidade de reacção do organismo.
O remédio pode estar a ser mal ministrado. Como já realçámos, deve ser tomado, de modo sublingual, longe das refeições.
Dinamização inapropriada. É de todo fundamental encontrar a dinamização a que cada paciente responde: a maioria é sensível a uma 6.ª DS ou 12.ª DS, enquanto outros necessitam de uma 200 DS ou mais.


Caso os sintomas antigos que retornaram não desapareçam espontaneamente ou quando o paciente deixa de sentir um estado de bem-estar geral, sem forças, manifestando um conjunto de novos sintomas, não estando a beneficiar da dose anterior, há que preparar um novo medicamento.
Ou seja, sempre que subsistam sintomas, ocorra mudança ou surja uma nova doença, devemos aprontar um novo medicamento para combater os novos ou restantes sintomas.



JOSÉ MARIA ALVES

http://www.homeoesp.org/
http://www.josemariaalves.blogspot.com/
http://www.josemariaalvesrepertorio.blogspot.com/


68 comentários:

  1. Dr.Jose Maria, será que entendi, o medicamento fica pronto, atraves do contato do frasco com o corpo do paciente, é isso?.....me corrija por favor, tenho duvidas.. abraços Helena*

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  2. O senhor sabe que eu gosto de pesquisar (risos).....troque em miudos por favor...abraços

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  3. Boa noite Maria Helena

    Quando me refiro ao tratamento com a auto-isopatia energética, remeto para o primeiro artigo deste blogue, www.autoisopatiaenergetica.blogspot.com

    Aí, especifica-se detalhadamente a preparação do medicamento, sem que se usem quaisquer secreções, tecidos ou fluidos do paciente – apenas o modelo energético é plasmado no frasco-medicamento.
    Nesse artigo, a Maria Helena vai encontrar um modelo simplificado de preparação, que produz resultados idênticos aos que derivam da preparação mais complexa, que resultam deste.


    Se seguir os passos da preparação constantes desse artigo – o 1.º da página inicial -, não terá quaisquer dificuldades na execução do mesmo e na preparação de novas potências.

    No que respeita ao "entendimento" do método, aconselho-a a ler todos os artigos do blogue - ajudam a dormir... (estou a sorrir).

    Um abraço e as melhoras.

    Zé Maria Alves

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  4. Cláudia Christina - Brasil9 de julho de 2011 às 04:07

    Por gentileza, gostaria de saber se a água a ser utilizada para o preparo desse medicamento pode daquelas que compramos engarrafadas no supermercado.
    muito obrigada e parabéns pelo belo trabalho

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  5. Boa noite Cláudia

    Será preferível utilizar água purificada.
    Qualquer farmácia a vende em garrafas de litro (julgo) e tem um preço baixo.

    Um abraço, as melhoras e bem haja pelas suas palavras.

    Zé Maria Alves

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  6. Bom dia Doutor Jose Maria,
    Fiz o remedio na potencia 30.
    Entretanto, nas 2 ou 3 últimas DS o vidro ficou totalmente cheio. Aí fui esvaziando o necessário para completar com os 5 ml. Ficou válido este remédio que fiz?

    Grato pela a atenção e abraços.

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  7. Olá! Sou Fabíolla e estou achando incrível o tratamento! Parabéns pelo site. Quero mto utilizar oa autoisopatia. Tomo florais de Bach e estou usando homeopatia tbm, mas tenho dúvidas. Gostaria de saber qual seu e-mail.

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  8. Bem Haja pelas suas palavras.
    homeoesp@gmail.com (tem o nome do meu site pessoal).

    Um abraço.

    Zé Maria Alves

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  9. Boa dia José Maria, achei incrivel sua coragem de divulgar a auto-cura...qql dia ainda vai para a fogueira. Este tratamento fez-me lembrar o toque quântico mas com a utilização de um medicamento fica muito mais poderoso. Parabéns e obrigada por partilhar. Luisa

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  10. Boa tarde Amiga Isa (julgo que Luisa)

    Não, não é necessária a coragem. Basta-nos a certeza de que muitos padecimentos agudos ou crónicos podem simplesmente desaparecer por um método tão simples e eficaz. Pena é que a "paciência" dos pacientes não seja a esperada - os pacientes, em regra são "impacientes" e limitam-se a acreditar em "milagres", a operar sem qualquer esforço, mesmo que gratuito ou quase, como o que proponho na AUTO-ISOPATIA ENERGÉTICA. Enfim...
    De qualquer modo, é-nos grato quando no nosso mail ou em avaliações clínicas directas ouvimos frases ou lemos frases como estas:
    - "Curei-me do meu cancro";
    - "Curei-me da minha fibromialgia;
    - "Estou curado(a) da minha depressão e da ansiedade que me atormentava";
    - "Os tumores desapareceram";
    - "Eu sou uma outra pessoa..."

    Sabe Isa, "ninguém é profeta na sua própria terra" e muito menos o é nesta sociedade. Tempos virão em que a razão me será dada. Mas, nesse momento, julgo que já por cá não estarei - (com agrado - estou a sorrir).

    Um abraço.

    Zé Maria Alves

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  11. a melhor recompensa é aquela depois dessa vida... e vc está adquirindo o ingresso, para quando partir...
    devo seguir estes procedimentos ou o do expedito?

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  12. Boa tarde novamente Amigo

    Gosto da sua intuição... Eu vivo propositadamente "escondido". Não busco reconhecimento nem lucro. Busco a minha alma, que é o mesmo que buscar Deus. Eu sei que não terei qualquer reconhecimento em vida. Mas afinal que interesse tem isso? A terra é pequena e o Oceano dos Céus é grande, infinito, eterno.

    Quando chegar ao céu, vai acontecer-me o que aconteceu à Irene - aquela do poema de Manuel Bandeira (Irene no Céu). Pedirei licença a S. Pedro para entrar e ele responderá: "Não és bom como Irene, pecador..., mas entra para que não faças mais asneiras por aí!" (estou a sorrir).

    Um abraço fraterno.

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  13. Boa noite, Dr José Maria! Tenho lido muito sobre a isopatia energética e a homeopatia e gostaria de tentar a isopatia. Mas tenho algumas duvidas como: onde guardar a água fervida por 20 min para q essa não seja plasmada com uma energia q não a minha? Posso deixar na geladeira?
    E qual a validade destas diluições?
    E finalmente: podemos fazer doses únicas ou as tomadas devem ser sempre em gotas várias vezes ao dia?
    Obrigada!
    Tatiana - Brasil

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  14. Complementando a pergunta anterior: tenho lido muito sobre as doses únicas e seus efeitos em nível mental, ao contrário das gotas em várias tomadas que teriam uma atividade mais intensa nos sintomas físicos. Esta afirmação está correta para homeopatia?
    E na isopatia energetica? Ocorre o mesmo? Bjo

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  15. Boa noite Amiga

    Não guarde a água na geladeira, mas antes num local fresco.

    A AUTO-ISOPATIA é um tratamento continuado, que está sujeito às próprias reavaliações do paciente, o que o obriga muitas vezes, num curto espaço de tempo a fazer vários medicamentos
    consecutivos. Deste modo, as tomas diárias são em regra mais eficazes.

    Em Homeopatia, a dose única pode ter ou não o efeito que refere, dependendo do paciente, do medicamento e da patologia.

    Um abraço e as melhoras.

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  16. Olá grandioso José Maria! Tenho algumas dúvidas: ao ferver meus instrumentos ,v.g (aprendi com você), seringa, frasco de vidro de 10 ml, frasco de 30 ml com conta-gotas, restou um pó branco em torno e dentro dos frascos porquê a água da minha região contém muito calcário, lavei por dentro com água bidestilada, vc acha que tem algum problema? Fiz a dinamização até a 6 ch restou aproximadamente 6 ml (1 ml da 5 CH e mais 5 de água destilada), para tomar a 6 CH devo jogar fora do frasco medicamento parte do liquido e deixar apenas 1 ml e diluir novamente para tomar? Como devo proceder, posso diluir para 30 mls? Você disse que as gotas devem ser ministradas longe das refeições, qual o tempo mínimo de intervalo entre a toma e a refeição? Decidi fazer o método tradicional ao invés do expedito. Aguardo atenciosamente e muito agradecido , George.

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  17. Boa noite Amigo

    1. - Depois de ferver pode lavar com água purificada ou destilada - não tem qualquer problema.

    2. - Quando quiser dinamizar uma nova potência deve deixar no frasco a parte residual à qual adiciona água destilada ou purificada - a partir daí passa à sucussão dessa potência.

    3. - Pode diluir para 30 ml.

    4. - Pelo menos 15 minutos antes ou depois.

    Um grande abraço.

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  18. Querido Zé Maria (tomo tal liberdade porque acompanho teu trabalho maravilhoso tão de perto que quase o sinto como um amigo, tão próxima me sinto de tua forma de pensar!) gostaria de um esclarecimento:
    Temos 2 métodos para a preparação do medicamento - o expedito e o mais complexo. Qual a diferença básica entre eles? Como escolher qual o mais conveniente pra mim? Li todo o livro sobre Isopatia e tem um esquema bem explicado sobre como proceder no tratamento, mas aqui no blog parece um pouco diferente... e o expedito é muito sucinto e não explica muito sobre como fazer o tratamento, uma vez pronto o medicamento.
    O que vc me orienta?
    Desde já muito grata,
    Patrícia Viana - Brasil

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  19. Caro José Maria,

    Antes de mais quero agradecer o seu grau de entrega ao seus semelhantes. De facto só com Amor à verdade da sua alma é possível agir assim!

    No meu caso concreto, tenho furunculose numa virilha à cerca de três meses. Tentei o fucidine, o problema atenuou mas voltou. Depois tentei ARNICA 4 DH,fiz uma semana mas como sou sensível ao álcool, não resultou muito bem, estava a sentir-me intoxicado. Depois tentei a auto-isopatia, com pus de um furúnculo fazendo 12 DS mas sem álcool, só água purificada. Em termos energéticos senti de imediato um efeito de centrar ou alinhar no meu ser, o pensar e o sentir juntos e muito conscientes de si. O problema físico foi melhorando, dissolvendo-se dois grandes furúnculos e surgindo 3 pequenos próximo da mesma zona. Tenho também um eczema na cabeça e que é anterior à furunculose, e que tem dado com o remédio alguns sinais de actividade. Estou à 7 dias a fazer, 6x3 gotas/dia, ou 3x6 gotas/dia (quando não me é possível tomar no trabalho). Agora, no 7ºdia, estou bem vital mas quando tomo o remédio sinto de repente uma fraqueza geral, sem energia, e só me apetece recostar, fechar os olhos e dormir. Queria perguntar-lhe se continuo com este remédio, se faço outro com pus de uma borbulha que me apareceu entretanto na cabeça (os furúnculos novos não têm pus) ou se deveria partir para a auto-isopatia energética. Queria saber também se só com a água o remédio dura os 15 dias de tratamento normais.

    Um abraço e uma enorme gratidão por tudo o que nos tem dado.

    Sérgio.

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  20. Boa tarde Patricia

    Sugiro que comece pelo MÉTODO EXPEDITO.

    Começará por tomar 3 gotas de 3 a 6 vezes dia, podendo aumentar as tomas em função das necessidades sentidas.
    Faça a gestão das suas próprias tomas e dinamizações - verá que consegue encontrar o "caminho do meio".

    Um abraço e as melhoras.

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    1. Boa noite, caro "amigo"!
      Obrigada pela resposta!
      Como demorou pra me responder, e bem vês o quanto sou afoita (risos), pus me logo a fazer no método complexo. Não sabia por onde começar, que dinamização, que dose.
      Bom, sou terapeuta holística e trabalho com aromaterapia, florais de bach, fitoterapia, auriculoterapia e radiestesia. A homeopatia está sendo minha nova empreitada, mas confesso que ao conhecer a auto isopatia parece que o mundo passou a fazer sentido, entende?
      Então, explicado isso, digo que pesquisando radiestesicamente, cheguei a que deveria começar pela dinamização 6Ch no primeiro dia, 3 gotas, 4 vezes ao dia. No dia seguinte me sentia muito mal, pesada, esgotada, mal humorada, inchada... Nova pesquisa radiestésica e fui pra 12Ch no segundo dia, 12 gotas e dose única. E no mesmo dia me senti melhor. No terceiro dia, passei pra 15Ch, mesma dose. Já são 3 dias nessa potência e confesso que estou outra pessoa... já não me lembrava que era assim. O sono melhorou 200%, acordo disposta, rinite alérgica está indo embora, intestino regulado, apetite equilibrado, tudo parece estar entrando nos eixos. O que mais me surpreendeu é que estou com um sentimento incrível de alegria, felicidade, quase uma euforia infantil, como se tivesse recebido uma notícia maravilhosa e estivesse explodindo de alegria e minha criatividade também - que quando jovem era muito aflorada e nos últimos anos não dava sinal de vida - também está dando as caras! Tenho 32 anos e 4 filhos pequeninos e estava muito deprimida pq tinha uma irritabilidade tão intensa que chegava a sentir raiva deles só de estarem perto de mim, e nos últimos 4 dias, sinto um prazer enorme de te-los em volta e consigo brincar com eles, e consigo perceber o que realmente importa e dar mais valor aos momentos com os que amo. Hj retornei à pesquisa radiestésica e o resultado é que esta potência é a ideal pra mim agora, nessa dose e que devo mantê-la por pelo menos mais 6 dias.
      Acabei "apelando" pra radiestesia pq não tenho um tutor 'à mão' pra tirar minhas dúvidas tão logo apareçam... Estou completamente encantada com esse novo método, principalmente pq é uma medicina barata e eu tento aprender tudo que posso que seja acessível aos que não podem pagar por saúde. Sou brasileira e nosso povo tem uma carência enorme de saúde de qualidade e profissionais que se importem e algo voltado mesmo pra restauração da pessoa. Cobro preços que praticamente só cobrem meus custos e quem não pode pagar atendo com ainda mais amor e não cobro um centavo nem no atendimento nem na medicação. Dou do meu bolso. Então entende pq quero tanto aprender bem a AUTO ISOPATIA, não? Tenho um oceano de gente pra tratar, tenho um mar de pessoas sedentas por viver DE VERDADE, com qualidade de vida... sem serem comidas pela doença emocional, física e psicológica...

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    2. (continuando...)
      Desculpa ter sido tão extensa. Sei que tem dezenas de pessoas pra atender.
      Gostaria que me indicasse se, apesar de guiada pelo pêndulo, estou a proceder da maneira correta na evolução do tratamento.
      Outra coisa, estou sentindo, desde que comecei uma necessidade absurda de comer doce, no começo da tarde, 3 vezes pior do que sempre tive. Isso é uma daquelas "agravações" de que fala? Pois certamente que não é um sintoma novo. Por outro lado, meu apetite, sempre descontrolado, está bem pequeno.

      Uma última pergunta: Posso dar o frasco pra alguém dormir com ele junto ao corpo, ou passar o dia com ele atado à pele, antes de dinamizar o remédio? Estou querendo começar a fazer uns testes com algumas pessoas, mas ele não tem tempo que ficar ao meu lado durante uma hora só pra energizar a água.

      Pensei também em colocar o frasco adjacente a uma área inflamada ou problemática (como uma laringite por exemplo, em que não temos fácil acesso a muco, expectoração ou qualquer líquido pra confeccionar a autoisopatia e tratar aquele problema de forma mais específico. Isso é possível?

      POr favor, não me censure o excesso de informações, antes, tome por excesso de zelo. Zelo por almas que precisam demais disso e, reitero, eu PRECISO aprender, pra ensinar...

      Um abraço forte, caloroso como só um brasileiro é capaz de dar, meu amigo.

      Patrícia Viana

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  21. Boa tarde Amigo

    Bem Hajam pelas vossas palavras - o meu agradecimento também é extensível à Patrícia.

    Estamos apenas com 7 dias do medicamento.
    Decorridos que estejam mais de 12, caso se mantenha essa espécie de "fadiga", faça um novo medicamento.

    Eu faria conjuntamente a AUTO-ISOPATIA ENERGÉTICA - assim irá ter uma acção muito mais rápida.

    Em princípio sim - mas agite todos os dias o frasco pelo menos 10 vezes. Melhor será agitá-lo a cada toma 10X.

    Se pretender, pode preparar um novo medicamento a cada 7 dias - já entendi que não pretende preservá-lo com álcool o que sempre seria possível adicionando 10 ou 20% na última dinamização.

    Um abraço e as melhoras.

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  22. Grato pela resposta caro Amigo,

    Darei em breve feed-back sobre o evoluir da situação. Uma outra questão, de que forma poderei retribuir toda esta ajuda?

    Um abraço,

    Sérgio.

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  23. Boas meu Amigo

    Claro que pode retribuir.

    Mate a fome ao primeiro pobre que encontrar.

    E já agora, como se está a tornar um "perito" em Isopatia e AUTO-ISOPATIA, comece por ajudar com os seus conhecimentos todos os que o rodeiam e sofrem. Vai dar um excelente terapeuta.

    Um grande abraço.

    Zé Maria Alves

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  24. Caro Amigo, são óptimas as sugestões! No que estiver ao meu alcance assim o farei...

    Grande abraço,

    Sérgio.

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  25. Um grande abraço também para si, meu amigo.

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  26. Boa noite minha querida Amiga Patrícia

    Como fico feliz com o seu relato.

    Mas depois apodera-se de mim a tristeza, já que a AUTO-ISOPATIA ENERGÉTICA faz "milagres" gratuitos e a maioria dos pacientes não a utiliza por preguiça, preferindo a homeopatia com os inerentes custos.

    Com isto não quero dizer que os protocolos e tratamentos propostos, quer nos blogues quer no meu site pessoal não tenham qualquer utilidade. A utilização da Homeopatia é uma opção válida e eficiente, mas cabe fundamentalmente aos terapeutas orientar em observação directa os pacientes.
    Na AUTO-ISOPATIA ENERGÉTICA, tanto o terapeuta quanto o paciente podem concorrer para a cura, e no caso deste último para a auto-cura.

    Daí que considero essencial narrações como a sua, de molde a que a saúde tenha praticamente um custo zero - como ocorre com a AUTO-ISOPATIA.

    Tudo o que me narra, demonstra que está no caminho certo.
    Siga a sua intuição, tal como tem feito. Manipule os medicamentos para si e para os seus doentes, fazendo o que propõe com o frasco-medicamento.

    Vai ser uma grande terapeuta deste método; essa a minha intuição.

    Assim, agradeço-lhe que comente no blogue as suas "conquistas".
    Muitos a irão ler e quem sabe, seguir o seu exemplo.

    Que Deus a proteja nesta sua Missão.

    Zé Maria Alves



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    1. Boa tarde, caríssimo amigo!!!
      Muito obrigada pelas tão gentis palavras.
      Pode deixar que comentarei sempre que conseguir.
      Nesse momento, estou precisando de "socorro" e, perdoe a impertinência, mas tomo a liberdade de adotá-lo como tutor.
      Estou a fazer o tratamento com a auto isopatia energética no meu marido e na minha filhinha de 3 anos e meio, transplantada do fígado desde os 9 meses.
      Quando comecei nela, seu maior problema era seu sono interrompido durante a noite, agitado, nervoso. Acordava chorando, com medo, só voltava a dormir junto a mim, ou na sua cama, agarrada na minha mão (pode ser trauma dos meses passados no hospital constantemente furada e espetada e separada de mim). Começando o tratamento na potencia 6Ch, avançando até a 12Ch, estava melhorando o sono e parecia mais bem disposta. Depois de 2 semanas de tratamento, precisamos viajar e esqueci a medicação. Após a pausa de quase uma semana sem, ela começou a desenvolver uma sintomatologia muito suspeita: irritação constante, choro fácil, noites maldormidas, falta de apetite (comia como um leão), reclama sempre que a barriga incomoda, cansaço, pálpebras caídas, sem disposição pra brincar, muito sonolenta, aparência de fastio não só com a comida, mas com a vida... Olhando atentamente, vejo que são sintomas muito parecidos com o que apresentava antes da cirurgia, quando tinha a cirrose (ela tinnha atresia de vias biliares congênita). Pode ser que a medicação estivesse "depurando" seu organismo, uma vez que a isopatia trabalha na ordem cronológica do aparecimentos dos sintomas? Devo insistir num medicamento dinamizado novo numa potência mais alta?
      Ela também tem uma tendência crônica de formar muco nasal e pulmonar constante, o que facilita resfriados e gripes de se instalar, mas raramente degeneram em sinusite. E sua companheira fiel é uma tosse irritante, ora seca ora produtiva, que a atormenta especialmentee a noite.

      A segunda ajuda que peço é para o meu marido. Ele tem ha cerca de 2 anos uma tosse terrível, seca, convulsiva, incapacitante, que nenhum médico descobre a causa. Nenhum medicamento tb faz efeito..
      É uma tosse como a de coqueluche, deixando-o por vezes vermelho, levando à ânsia, quando não ao vômito. De algumas semanas pra cá, depois que começamos a auto isopatia, os acessos diurnos melhoraram muito. Mas os noturnos nem tanto. E ele parou de tomar, por conta própria, na potência 30Ch, 2 vezes por dia, 12 gotas. Em seguida começou a piorar novamente os acessos a ponto de sentir perder a consciência durante os ataques de tosse, dizendo que não vê nada e tem a sensação de que não ouve e que vai desmaiar.
      Tamanha violência e constância nas tosses estão dilacerando sua musculatura que está sempre muito dolorida.
      Ele está me pedindo "socorro pelo amor de Deus" e nada do que eu faço tem ajudado eficientemente.
      Pode me dar uma luz, por favor?

      E, a propósito, tem um meio de comunicação mais ágil contigo pra dúvidas que demandam uma ação mais "urgente"?

      Desde já, muito obrigada caro amigo, por tudo o que tem feito por nós todos.
      Um abraço forte, ansiosa pela tua resposta.

      Patrícia Viana

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  27. Boa tarde dr José Maria,

    Tenho acompanhado seu blog há alguns dias e observei que é um conhecedor nato de homeopatia então resolvi procurar sua ajuda, já que procurei muita informação sobre meu problema e não consegui nenhum profissional confiável que de uma atenção adequada.
    Bom tenho 30 anos, tive meu primeiro e único filho com 26 anos, não foi uma gravidez planejada, e de muito difícil aceitação pra mim, havia deixado meu trabalho para acompanhar meu marido que havia sido transferido de cidade, bom para mim a responsabilidade de ter um filho era uma coisa de outro mundo, fomos sequestrados nesta cidade eu estava de quatro pra cinco meses e foi quando resolvi voltar pra minha cidade e ter meu filho lá, não foi uma boa ideia já que havia vendido meu apartamento e havia comprado outro em construção, porém teria que ficar ou com minha sogra ou com minha irmã, e isso para mim não seria uma coisa tão simples, já que sou muito independente e nunca gostei de outras pessoas cuidando das minhas coisas e me dizendo o que fazer...meu marido vinha de finais de semana, quando meu filho nasceu fiquei muito sobrecarregada, pois ele chorava a noite toda eu não aceitava ajuda...não ficava no carrinho e nem em outro lugar que não fosse meu colo, não saímos de casa...bom quando estava com três meses o apartamento saiu e tinha que contratar serviços como pintor, gesseiro, marceneiro etc, mas sozinha, isso com meu bebe que acho a meu ver, sempre sentiu meu stress e por isso chorava muito, bom nessa fase ESPLODI, SURTEI !!!Minha mãe que mora no interior teve que vir pra me ajudar, procurei ajuda médica e comecei a tomar medicação e a fazer terapia, melhorei 100% e o diagnostico foi Transtorno Compulsivo Obsessivo (TOC) e depressão tomo citalopram um comprimido e meio e um bupropiona ao dia, bom agora em fevereiro deste ano perdi um bebe, não foi programado, mas eu e meu marido decidimos que esta na hora de termos mais um filho e eu quero muito, muito mesmo, mas gostaria de deixar a medicação, pois acredito que um dos motivos de ter perdido o bebe foram os remédios, porém tenho medo, pois já fiquei sem a medicação em algumas vezes e tive recaída, não quero prejudicar nem meu filho nem meu casamento, mas estou decidida, vou voltar pra academia, pois o exercício físico me ajuda muito e a fazer terapia, e acredito na homeopatia pra me ajudar nesta transição, mas acho que tem que ser muito bem ministrada e acertada. Bom gostaria de sua opinião sobre todo isso.
    e-mail- suelemkr@yahoo.com.br
    Um grande abraço!!!
    Obrigada

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  28. Boa tarde Amiga

    Dado o seu caso - da forma como se encontra narrado -, sugiro que faça a AUTO-ISOPATIA ENERGÉTICA. Ficará surpreendida com os resultados e julgo que serão muito mais objectivos dos que iríamos conseguir por via da homeopatia.

    Use o MÉTODO EXPEDITO, como está explanado no blogue. Apesar de simplificado permite obter os mesmos resultados que se obtêm com o mais complexo.

    Faça uma leitura dos artigos do blogue e dedique-se ao método com determinação.

    Um abraço e as melhoras.

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  29. Boa tarde Amiga

    Sugiro que na filha, use o MÉTODO EXPEDITO (o que consta do blogue).

    O medicamento é muito mais fácil de fazer e pode ser feito em qualquer local - de férias, etc.
    Mas fundamentalmente, e o que aqui mais releva, é a possibilidade de a cada alteração sintomática fazer imediatamente um novo medicamento (como aconselhamos, quer num quer no outro método).

    O mesmo se diga relativamente ao marido.

    A sua reavaliação dos casos é extraordinariamente importante, estando sempre alerta para a dita necessidade de fazer um novo medicamento.

    Um abraço e as melhoras de ambos.

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  30. Em tempo -

    Patrícia, eu resido em Portugal. Daí presumo que não seja fácil contactar-me.

    Um abraço.

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  31. Boa noite, querido amigo!
    Vou seguir tua sugestão pra minha filha.
    Meu marido estava já fraco e não respondia a nenhum alopático ou fitoterápico (estou suspeitando de uma bronquiolite; amanhã veremos um pneumologista) e antes que me respondesse fiz um medicamento na 200k (porque no livro disse que os melhores resultados se obtem nessa potência). Também levei em consideração o caráter crônico/agudo dessa tosse (que dura ha mais de 2 anos mas agravou terrivelmente com dispnéia associada e estertores pulmonares nas últimas 2 semanas). Optei por dose diária de 9 gotas. Dei já 2 dias. Não notamos absolutamente nenhuma diferença, nem as agravações.
    (P.S.- Ele estava dormindo quando "colhi a energia", deixando o frasco junto ao corpo, mas não em contato com a pele, por 2 horas. Mas o frasco caiu no chão por 2 vezes, interrompendo o processo por alguns minutos.)
    O remédio valeu igual? Devo mexer na dose, na frequencia?
    Devo insistir mais um pouco? Devo colher escarro pra fazer outra medicação? Posso fazer uma segunda medicação com o escarro e dar as 2 ao mesmo tempo?
    O pior de tudo é que só agora percebi (pq ele não tinha paciencia pra me explicar e não deixava examinar direito), que a tosse é só um sintoma. O problema mesmo é uma violenta dispnéia. Equivalente a uma bronquite. Quando expira, sua boca faz um som como de estalinhos. Parece que tem um gato ronronando no peito. Está triste, sem apetite, exausto. Seus olhos estão constantemente avermelhados e brilhantes (como quem acabou de chorar), mas não doem ou ardem. Não tem coriza, mas qdo assoa o nariz ou tosse, tem catarro já amarelo. Tosse convulsivamente. O que faço, amigo?
    Devo dar uma homeopatia? Nesse caso, qual?
    Não sei o que fazer, mas está me cortando o coração ve-lo assim, e ninguém resolver o problema dele...
    Qualquer ajuda é bem vinda...
    Abraço grande,

    Patrícia Viana

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  32. Boa noite Patricia

    Pode fazer o isopático da secreção - siga o procedimento das korsakovianas (livro » A Cura pela Isopatia).

    Quanto à AUTO-ISOPATIA ENERGÉTICA, faça também o método simplificado.

    Ministre os dois medicamentos.

    Um abraço e as melhoras.

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    1. boa noite, caro amigo!
      Obrigada pela ajuda. Ainda não consegui fazer a isopatia com a secreção, mas comecei hj a fazer a auto isopatia energética.
      Acho que finalmente estou compreendendo como funciona. Me diga se entendi certo: uso o método korsakoviano pra secreções e material líquido ou sólido de qualquer espécie e o método expedito pra isopatia energética?
      E no método expedito, sempre que acabar o frasco eu encho ele novamente com mais água e dinamizo - sem energizar -, como se eu estivesse aumentando a potência do medicamento a cada nova dinamização, até a cessação dos sintomas, certo? E só quando começarem a surgir novos ou terminarem os iniciais é que eu começo a energizar um medicamento do zero de novo?
      Eu entendi direito? Porque acho q estava fazendo errado até agora: eu estava usando o método korsakoviano pra tudo, inclusive a energética.

      Mais uma dúvida: pra coisas agudas como uma enxaqueca repentina, uma pancada na canela, dá pra usar a isopatia com os mesmos resultados da homeopatia? Se sim, como proceder em casos assim? Ou devo ter um kit básico de homeopatia com aconitum, arnica, etc, para essas pequenas emergências?

      De novo, muito obrigada amigo!
      Deus te abençoe.

      Patrícia Viana

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  33. Boa noite Amigas

    Peço desculpa de só agora responder, mas tenho estado afastado do serviço da net, o que ainda irá ocorrer durante algum tempo.

    Julgo que estão no bom caminho.

    No entanto, em determinados casos necessitamos sempre de ter um diagnóstico correcto do médico assistente, sob pena de mascararmos sintomas.
    Nunca nos podemos esquecer de que este tratamento é complementar.

    Quanto às patologias agudas (de aparecimento brusco), a eficiência da homeopatia é superior, a menos que o paciente já venha fazendo o tratamento com Auto-isopatia energética.

    É interessante anotar como o tratamento continuado melhora o paciente tanto a nível mental como orgânico e quando surge uma patologia aguda a preparação de um novo medicamento acaba por resultar em pleno.

    Um abraço e as melhoras.

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  34. Boa tarde, querido amigo. Estive a ler teu livro "novo repertório clínico" e primeiro quero parabenizá-lo pois está agradavelmente bem escrito, muito direto e concreto, bem instrutivo. Estou ainda a engatinhar na ciência maravilhosa da homeopatia, mas quanto mais estudo, mais cuidado tenho ao perceber a extensão de seus efeitos, que nunca são inócuos. Mesmo qdo um medicamento não surte o efeito esperado, por não ter sido bem escolhido, ele exerce sua influência sobre o corpo ainda por um bom tempo, mesmo em baixas dinamizações.

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  35. Preciso de uma orientação. Quando conheci a homeopatia e vi o quanto ela era "acessível", fui tentada a experimenta-la em larga escala em mim, pacientes (como já disse, sou terapeuta holística) e familiares. Não tinha o devido conhecimento sobre a escolha das dinamizações, então, além das baixas (3 e 6ch), ministrei muitas 30 e 200ch. Em mim mesma, segui teu protocolo da rinite e tomei umas 2 doses de calcarea carbonica 1000ch (semanal). Hoje percebo que meu corpo tem vários problemas que pretendo tratar, mas não obtenho sucesso com as terapias naturais de praxe ou mesmo com a homeopatia. Li sobre iatrogenia e entendi que preciso antidotar esses excessos. Mas se não me lembro de tudo o que tomei, nem das dinamizações, existe uma forma de "descontaminar" meu corpo?
    Eu tenho 32 anos, moro no Brasil, e já recebi muitas vacinas desde bebê (aqui é obrigatório por lei a vacinação) e o primeiro "excesso" medicamentoso de que tenho notícia, foi aos 4 anos, quando um médico me diagnosticou (erroneamente) com artrite reumatóide juvenil e me medicou com 9 aspirinas infantil ao dia (!), durante cerca de 3 meses. Eu quase morri outro médico suspendeu tudo e me deu injeções de gamaglobulina. Meu aparelho digestivo nunca mais foi 'perfeito'. De tempos em tempos, tenho enxaquecas de origem hepática, occipital, e o que me ataca mais frequentemente ainda do que as enxaquecas é a nevralgia do trigêmeo, com lateralidade direita, agravado pelo frio, pior pela manhã e à noite, principalmente após um período de nervosismo constante.
    Resumindo, não apenas pra mim, mas pra outros a minha volta, que estão com a iatrogenia criando barreiras sejam elas alopáticas ou homeopáticas, ou mesmo fitoterápicas, como desintoxicar os corpos, e por quanto tempo? E se a pessoa toma algum medicamento (alopático) de uso contínuo, ainda assim pode tratar-se com homeopatia para casos agudos, crÔnicos ou mesmo constitucional?
    Peço especial caridade da sua parte na explanação haja visto que tenho tantas pessoas sob minha responsabilidade.
    Desde já, muito obrigada pela atenção e orientação. Abraços fraternos.

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  36. Boa noite Amiga

    Para a desintoxicação por alopáticos é usual utilizar »
    NUX VOMICA 30 CH, uma dose única.

    Para os maus efeitos das vacinas »
    THUYA 30 CH, em dose única.

    A Auto-Isopatia feita continuadamente também operará uma desintoxicação profunda.

    Não há em princípio qualquer inconveniente em fazer a desintoxicação estando a fazer alopáticos, bem como complementar este tipo de tratamento convencional com o homeopático.

    Um abraço.

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  37. obrigada pela resposta!
    Quanto à desintoxicação dos maus efeitos das vacinas, Thuya nessa potência opera a desintoxicação tanto da vacina recente qto da vacina de vários anos?
    E dizer "maus efeitos da vacina" significa desintoxicar dos elementos tóxicos inerentes às vacinas, ou apenas desintoxica os efeitos colaterais que podem ter ocorrido em relação às vacinas?
    Até o fim do ano, sou obrigada por lei a atualizar a carteira de vacina dos meus filhos e tomarão muitas doses. Devo aceitar que recebam apenas um complexo de cada vez e administro Thuya nos intervalos, ou primeiro deixo tomarem todas, ainda que em dias diferentes, e só então administro Thuya?
    Quanto a dose única, aqui em minha cidade, no Brasil, não se vende sob o título "dose única". As farmácias vendem apenas a partir de 30 ml e dizem pra seguir o protocolo do homeopata, em quantas gotas mandou administrar (é vendido ém gotas). Sendo assim, uma dose única consiste em quantas gotas para o adulto, e quantas para crianças (tenho de 4 anos e 8 anos)?
    Muito obrigada novamente.
    Abraços.

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  38. Boa noite Amiga

    Em princípio, quer nas antigas quer nas recentes.

    Em regra, ambos acabam por ser minimizados.

    Pode ser administrada a dose um dia antes da vacinação.

    Uma dose única - 20 gotas ou 20 grânulos. Para crianças recomenda-se metade da dose.

    Um abraço.

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  39. Olá! Apresento 90% dos sintomas do IODUM e além disso tenho cansaço e sonolência durante o dia. Como deveria ser meu tratamento? Agradeço sua atenção.

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  40. Boa noite Amigo

    Se apresenta uma grande similitude com IODUM, pode começar por fazer um tratamento com a 6 CH, 3 gotas ou grãnulos, 3 vezes dia, durante 20 dias.

    Em função dos resultados, depois poderá ir aumentando a potência.

    IMPORTANTE - Não tome IODUM caso tenha algum problema de tiróide. Neste caso, consulte um médico com especialidade em Homeopatia - aliás, caso o possa fazer independentemente deste facto, ser-lhe-á extremamente útil.

    Um abraço

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    1. Muito agradecido. Inclusive já consultei um médico com especialidade em homeopatia e fiz exatamente a mesma pergunta, ele me perguntou porque eu queria tomá-lo. Além disso, respondeu que não usava o iodum como fundo e não iria prescrever-lo. Existem várias linhas em homeopatia? Qual eu devo procurar? Um abraço.

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  41. Boa noite Amigo

    Em Homeopatia existem três grandes escolas:

    - A Unicista - corrente original e a mais eficaz, no nosso entender. Também denominada Hahnemanniana.

    - A Pluralista, ou escola francesa.

    - A Complexista, ou escola alemã.

    Caso pretenda pode pesquisar no nosso site pessoal (www.homeoesp.org) em pormenor.

    Um abraço.

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  42. Entendi, irei acessar eu site e pesquisar. Tenho muito interesse nesta área. Um grande abraço

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  43. Bom dia
    Dr. Jose Maria

    Meu nome é Carlos sou da Cidade de Franca-SP Brasil, estou tendo problemas de resfriado contante com o meu neto Arthu, so esta semana foi tres vezes ao pediatra. Começou com peneumonia, febre alta acima dos 39,5 - domingo passado foi necessario leva-lo novamente ao plantao onde o pediatra disse que ele esta agora com bronquite.
    Dr. Jose Maria vou descreve-lo um pouco.

    O Arthur é uma crianca ativa, mas muito carente, desde a primeira vez que passou com o pediatra homeopata foi npassado para ele o Arcenico Album ch30. Tomou nunca mais repetiu o remedio.
    Ele é muito calorento, não gosta de usar roupas . E muito apegado a nos avos. Os pais brigam muito na frente da crianca, apezar de serem pais carinhosos, a mãe não gosta de criança. Gosta do filho porque é filho.
    O pai trabalha muito, mas não liga para higiene, apesar de cobrar muito. Se deixar o Filho ficaria mais com os avos do que com os pais.
    Dr. Me ajude a pder ajudar o Arthur.
    Obrigado

    Carlos

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  44. Boas tarde Amigo

    Que idade tem a criança?

    Um abraço.

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  45. ola Sr José Maria...sou o Sergio...faço isopatia energética - método expedito há mais de um ano...sinceramente tem sido bom demais....segura bem sintomas ruins. uma dúvida... se determinada toma conseguiu atingir seus objetivos...surge novos sintomas (ou outras doenças) tem que se usar frasco novo? ou pode ser feito no mesmo frasco "eternamente"... mas, foi uma bela descoberta a isopatia energética, tem me ajudado demais

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  46. Boa tarde Amigo

    Fico feliz por si.

    Faça o medicamento novo no mesmo frasco.

    Um abraço e as melhoras.

    P.S. - Já agora, bem haja pelas suas palavras e que estas constituam um estímulo para outros doentes.

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  47. Bom dia Dr. José Maria como tem passado ? Dr eu fiz o remédio e tive agravacao com a volta de sintomas antigos...eu tomei um dia, no final da noite já comecei a passar mal e hoje também passando mal...devo parar de tomar e fazer outro???? e outra pergunta eu sei que o sr. n pode mais receitar remédios mas existe algum remedio homeopatico para ajudar na HIPOGLICEMIA REATIVA ? aguardo sua resposta um abraço Mari

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  48. Boa tarde Amiga

    O retorno de sintomas antigos é um bom indicador. Os agravamentos também o podem ser.

    Sempre que os sintomas se modifiquem ou surja um agravamento bastante acentuado, usando o mesmo frasco, faça um novo medicamento.

    Um abraço e as melhoras.


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  49. Por favor, vou deixar aqui um comentario porque não estou a conseguir no outro seu bloque :(


    Bom dia,

    Após ler alguns comentários sobre parestesias gostava de deixar aqui o meu testemunho e por sua vez pedir a sua ajuda para o meu problema.
    Há uns 12 anos atrás comecei com uma tremura na perna direita que me deixava louca, tremura essa que pelo que sei agora tem o nome de parestesias, ou fasciculações. Durante alguns anos a médica receitava-me magnésio e valdispert . Eu tomava embalagens disso, no início achava que melhorava, hoje em nada ajuda.
    A cada ano isto foi piorando, começou a afetar a minha perna direita, cheguei a ir de urgência para o hospital, sentir a perna a tremer de 3 em 3 segundos deixava-me louca, nem dormir consigo quando sinto.
    Já percorri todas as especialidades e nada, não encontram nada. Fiz eletromiografia, estava tudo bem. Comecei a dar conta que sempre que vinham as “tremuras” era quando sentia dor na anca, virilha. Depois comecei a relacionar que sempre que dói a anca, ganho contraturas musculares, uma espécie de “bolas” em algumas partes das pernas, que ao serem massajadas e por suas vez desfeitas os sintomas das parestesias aliviam.
    Bom passados estes anos todos, a frequência das tremuras tem vindo a aumentar…já não sei mais o que possa fazer, isto leva-me a loucura. A minha qualidade de vida é muito afetada por isto.
    Será que na homeopatia consegui encontrar uma ajuda?

    Sandra Dias

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  50. No meu anterior comentário o que eu queria dizer é que comecei por ter parestesias na perna direita e agora também tenho na esquerdo, e nunca é no mesmo sítio.

    <Obrigada

    Pedia a sua ajuda encarecidamente

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  51. Boa noite Amiga

    Agradeço que leia a NOTA BREVE – ESCLARECIMENTO INTRODUTÓRIO constante do nosso blog
    http://autoisopatiaenergetica.blogspot.pt/

    Sugiro que comecemos por aqui. Depois reavaliamos a hipótese (que julgo não vir a ser necessária) de entrarmos com homeopáticos ou fitoterápicos.

    Um abraço fraterno

    JMA

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  52. Olá amigo, como vai?

    Tenho muitas estrias que começaram já na pre adolescência, com uns 12 anos de idade (hoje tenho 30 anos). Começaram nos joelhos, nas pernas e nádegas. Tenho muito complexo e vergonha delas. As estrias são compridas, brancas e profundas e já fiz todos os tipos de tratamento, mas elas continuam. Meu corpo parece não ter hidratação suficiente, e retenho muito liquido nos períodos menstruais o que também prejudica a elasticidade da minha pele. Não importa o quanto de água eu tome, minha pele está sempre muito seca. Agora as estrias estão se espalhando para as partes inferiores da pernas. O que eu eu poderia fazer? Obrigada, José! Um abraço

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  53. Boa tarde Amiga

    Que tratamentos ou medicamentos (alopáticos ou alternativos) já fez?

    Usou alguma pomada ou ervas aplicadas localmente?

    Abr.

    JMA

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  54. Boa tarde, querido amigo! Tudo joia?

    Passando apenas para agradecê-lo por ser tão solicito e uma pessoa tão boa! Em breve voltarei aos estudos da homeopatia e isopatia.

    Tenha uma semana de muita luz!

    Um abraço,

    Carolina

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  55. Boa noite,amigo.

    Já usei na pele: microagulhamento, babosa(aloe vera), acidos retinoicos, oleo de rosa mosqueta, oleo de amendoas, esfoliação com pedra pomes, esfoliação com açucar, com bucha vegetal, argila verde medicinal, peeling, hipoglos, bio-oil, caneta para estrias, vitamina E. Nenhum desses tratamentos amenizou ou sumiu com as estrias.

    Nunca ingeri nenhum medicamento, nem alternativos nem alopáticos.

    Obrigada!

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  56. Boa noite Amiga

    Para as estrias, seria bom encontrar um fitoterápico eficaz. Mas parece-me que está difícil...

    A Homeopatia - no meu entender - não é particularmente eficiente neste tipo de "patologia", a menos que conseguíssemos reconhecer a causa.

    Um abraço e as melhoras.

    JMA

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  57. Boa tarde amigo
    Trago novidades que precisam ser contadas..
    Obtive a água destilada para fazer o remédio no domingo somente.
    Bem, pode parecer estranho mas desde que fixei a ideia de fazer o remédio muitas coisas aconteceram no intuito imagino eu de que este fato não acontecesse, inclusive tive sensações febris, grande irritabilidade, cansaço anormal..
    Mas me desliguei do mundo e tirei uma manhã para fazer o remédio, mesmo que aparentemente adoentada sem causa definida..

    Segui rigorosamente o que me ensinaste. Na primeira hora da agitação do frasco, em recolhimento a água ficou densa e viscosa, não parecia água.
    O frasco ficou verdadeiramente mais pesado na segunda agitação. A substância viscosa se transformou em óleo.
    Ao colocar em meu ouvido doente, (o direito) houve imediatamente uma sensação de repulsão que eu ignorei e fixei o frasco ali a meditar e pedir pela minha cura. Passei o frasco para o ouvido esquerdo e este " aceitou maravilhosamente bem" o frasco ali.
    Assim sucedi durante 1 hora e 30 min.
    Na última agitação, senti vontade de passar o frasco ao redor de minha cabeça. Mentalizei minha cura, tomando banhos de cachoeiras e praias sem impedimento do ouvido durante todo o processo. Sempre colocando o frasco no ouvido direito(e ele rejeitando) e o esquerdo( aceitando).

    Ao final da ultima agitação tinha um óleo puríssimo dentro do frasco... agitei 100 vezes e tirei fora a água colocando mais 15 ml. Agitei vigorosamente e para mim ficou claro como o dia que não havia água ali, mas um remédio.. Minha mão esquentou muito durante o processo. No último momento em que coloquei o frasco no ouvido direito minha mão pegou fogo.

    Tomei as primeiras 3 gotas e o gosto era realmente de um remédio...não é água que tem ali..
    Após 40 minutos da primeira tomada senti uma dor de garganta e o ouvido esquerdo ( o aparentemente bom "tampou"). Os sintomas aparentemente sumiram ao final de uma hora.
    Afim de fazer uma observação acurada do tratamento com AUTOISOPATIA ENERGÉTICA parei com tudo, inclusive os florais.
    O senhor acha que fiz certo?

    Bem amigo, espero ter sido sucinta com relação ao processo e ao exposto.

    Estive a pensar que a AUTOISOPATIA ENERGETICA deve ser bem mais forte e ter mais similaridade do que o simillimum homeopático quando a pessoa é tratada. Estou pensando correto? Pois senti algo muito intenso nisso tudo. Minha energia está ali..

    Durante o tratamento vou mandando as notícias.

    Agradeço por tudo

    De uma aluna e paciente.
    Beijos

    Maria

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  58. Boa noite Maria

    Bem haja por ter partilhado a sua experiência com a AUTO-ISOPATIA ENERGÉTICA no seguimento dos padecimentos que narrou.

    O seu caso é de todo especial. Já tive relatos semelhantes, que me foram remetidos via e-mail, mas nenhum me foi descrito com a minúcia da Maria.

    Pela descrição seguiu o procedimento mencionado no artigo cujo link transcrevo, ainda que com algumas alterações.

    http://autoisopatiaenergetica.blogspot.pt/search/label/2%20-%20AUTO-ISOPATIA%20ENERG%C3%89TICA%20-%20UM%20PROCEDIMENTO%20EXPEDITO

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    Das suas palavras intuo que procedeu da seguinte forma:

    1 - Na primeira hora da agitação do frasco-medicamento, em recolhimento, a água ficou densa e viscosa não parecendo água.
    2 – Na segunda agitação, com o mesmo líquido, este começou a ficar mais viscoso e mais pesado, tendo-se transformado numa espécie de óleo.
    3 - Ao colocar o frasco junto do ouvido doente - o direito – sentiu de imediato uma sensação de repulsão que ignorou e suportou.
    4 – Passou então a encostar o frasco ao ouvido esquerdo que o “aceitou” maravilhosamente.
    5 – Este procedimento durou 1 hora e 30 minutos.
    6 – Voltou a agitar o frasco tendo sentido vontade de o passar ao redor da sua cabeça.
    Aí, fez um exercício de visualização (“mentalizei minha cura, tomando banhos de cachoeiras e praia sem impedimento do ouvido durante todo o processo”), colocando sempre o frasco-medicamento no ouvido direito (que o rejeitava) e o esquerdo (que o aceitava).
    7 – Na parte final (última agitação) obteve um “óleo puríssimo” dentro do frasco.
    8 - Agitou 100X e vazou do frasco o líquido que usou até este momento da manipulação.
    9 – Deitou no frasco escorrido 15 ml de água destilada.
    10 - Agitou vigorosamente (100X?) tendo constado que no dito frasco já não havia água mas algo similar a um remédio.
    11 – A sua mão ficou muito quente durante o processo. Usando as suas próprias palavras: “No último momento em que coloquei o frasco no ouvido direito minha mão pegou fogo”.
    12 - Tomou as primeiras 3 gotas e o gosto era realmente de um remédio. Já não havia água no frasco…
    13 - Após 40 minutos da primeira toma sentiu uma dor de garganta e no ouvido esquerdo, e um “tamponamento” do outro.
    14 - Os sintomas desapareceram decorrida uma hora.


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    Sempre que os pacientes compreendem o método básico do tratamento, eu estimulo esse tipo de modificações, muitas vezes consequência da “intuição” e sensibilidade de quem manipula o medicamento.

    A sua experiência é realmente algo de importante e fazer um seguimento do mesmo neste “sítio” será certamente uma mais-valia para muitos milhares de pacientes.

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    Face ao seu conhecimento do que narra, gostaria de lhe pedir um favor.
    Que a Maria “prepare” o medicamento para outras pessoas, nomeadamente amigos, adaptando o método - saberá intuitivamente como o há-de fazer...

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    Uma das suas questões:

    Estive a pensar que a AUTOISOPATIA ENERGETICA deve ser bem mais forte e ter mais similaridade do que o simillimum homeopático quando a pessoa é tratada. Estou pensando correto? Pois senti algo muito intenso nisso tudo. Minha energia estava ali…


    É verdade Amiga. Toda a sua energia está replicada no frasco-medicamento.

    A sua experiência é invulgar (não obstante tenha conhecimento de algumas idênticas).
    No entanto, tenho constatado, que muitas vezes o procedimento não produz os efeitos que deveria como consequência da inércia e “preguiça” de muitos pacientes. Este método deve ser realizado com toda a diligência e empenho sob pena de não atingir os seus objectivos. Os pacientes (ou melhor os “impacientes”) devem colaborar na sua própria cura. Eles são a sua própria Cura.

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    Vá dando notícias da evolução do seu tratamento.
    É muito importante para nós.

    Um abraço fraterno

    JMA

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  59. Amigo José

    Boa noite.

    Venho hoje falar sobre minhas percepções sobre a auto-isopatia.
    Primeiramente, lhe agradeço novamente por este nobre conhecimento fiquei muito feliz de poder estar aprendendo mais sobre ele contigo. Sua apostila está muito clara e didática.

    Hoje estou no 30 DSe.
    As mudanças de concentração faço de acordo com intuição ou quando começo a ter algum agravamento.

    A impressão que tenho é que quando estamos mentalizando o frasco entre as mãos por 1 hora no mínimo, nossa mente consciente e inconsciente começam a trabalhar e o consciente deposita no frasco os problemas de dor, transtornos mentais que o paciente tem percepção... e a mente inconsciente, como já sabe, que este procedimento é uma cura joga aspectos ocultos do paciente o qual nem ele sabe.
    E, o frasco chega a ficar pesado, viscoso. Na verdade foi plasmado ali várias cargas... e estas quando diluídas e dinamizadas se transformam em remédio, cura.

    Fiz todo procedimento que recomendou, observei e achei fantástico. Tive agravamentos curtos, seguidos de cura e o retorno de sintomas antigos..., em meu caso: tosse, caspa, coceira, etc...
    Parece que estabilizou agora e continuo a tomar.

    Por que funciona muito bem para algumas pessoas e para outras tem efeito nulo?
    Então, apenas uma humilde opinião...
    1° possibilidade: Acho que para as pessoas que são céticas, preguiçosas e/ou dispersas, a própria mente consciente produz pela descrença, uma energia de Dualidade, esta energia atua contrária ao processo de cura que é uma energia harmônica de Neutralidade.

    2° possibilidade: Fé: Este processo de cura envolve o aspecto mental, mas envolve também o aspecto espitirual! Pacientes que possuem uma FÉ, ativam certos chakras superiores que permitem que sejam depositados no frasco elementos mais sutis que irão acelerar processo de cura.

    3° possibilidade: Merecimento: Existem certas doenças que são kármicas. Se aquele paciente que durante a criação de seu remédio, neste momento desenvolver sua Fé e alcançar um merecimento espiritual, lhe será concedida a cura. Caso contrário, o efeito será nulo.


    Um ponto que observei é que o frasco se torna um receptáculo, um captador de energias...
    E poderia ser interessante uma proteção extra, "mental", para evitar por exemplo, que uma outra pessoa que esteja em sua casa, ou um curioso de seu trabalho encoste no frasco e transmita suas vibrações para aquele medicamento...

    Fiz no meu em um outro frasco para teste e funcionou.
    Fiz assim: peguei um frasco 1 e coloquei energia minha, esvaziei e dinamizei, sem proteção.
    Em um outro frasco, frasco 2, coloquei energia minha, esvaziei e dinamizei, e após fiz a seguinte proteção mental:
    "Você (o frasco) irá captar APENAS minhas energias e vibrações e sua cura se processará apenas em mim. Toda energia do ambiente, radiações eletromagnéticas, ou ainda, a energia de outras pessoas ainda que encostem em você serão repelidas e não lhe influenciarão sob nenhuma circunstância."

    Verifiquei com radiestesia, e lhe digo:
    Frasco 1: Foi contaminado por energia de outras pessoas e radiações do ambiente.

    Frasco 2: Sem contaminação.

    É isso meu amigo. Vou continuar a testar meu amigo e se vier mais alguma ideia te falo.

    Abraço

    M…

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  60. Bem Haja Amigo

    A descrição da sua experimentação é muito importante para mim.
    Recebo no e-mail muitas descrições de pacientes. Algumas similares, outras algo diferenciadas.
    Mas os resultados para os que têm fé no tratamento e são persistentes, diligenciando na preparação do mesmo, são francamente superiores aos da Homeopatia.
    Isto para não falar de inúmeros fenómenos "estranhos" que me são narrados - não é minha intenção exaltar o método no domínio do paranormal...

    Abraço fraterno.

    JMA

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